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Mobilização

Sem o envolvimento das pessoas que fazem parte das comunidades, não tem transformação que seja possível. Elas precisam entender à sua maneira a importância dos projetos apresentados e ter claro para si os motivos que as levarão a contribuir com o trabalho coletivo. Nesse primeiro momento, contam-se causos e histórias e compartilham-se memórias, estreitando os laços que formam a vida em comunidade.

De volta ao Núcleo Japuí

Localizado entre São Vicente e Praia Grande, Bairro do Japuí recebe pela segunda vez projeto Olhos D’água; relação de confiança com a comunidade se consolidou com o tempo

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Bica do Japuí tem até zelador

O Sr. Oscar é conhecido na comunidade como zelador da bica pois há anos ele se dedica à manutenção do local por espontânea vontade; estrutura abastece cerca de 40 famílias

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Formação

Para ações efetivas, o conhecimento sobre os recursos hídricos tem que ser compartilhado. O Maramar se coloca como facilitador da construção de um processo de diálogo. Com o tempo, os próprios moradores vão se tornar multiplicadores que darão apoio à gestão sustentável e conservação dos recursos hídricos em nível local.

Conservação de Nascentes

Quem poderia imaginar que Salesópolis, esse bucólico local na zona sul paulistana, é o berço do rio mais importante para os paulistas, o Tietê? Um rio que corre para o interior e que devido à essa característica proporcionou o desbravamento de regiões interioranas.

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De onde vem essa água?

Para buscar saber quais são as origens da água na Prainha, a equipe de campo do MARAMAR se embrenhou durante dias a fio dentro da Mata Atlântica para localizar os olhos d’água

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Mapeamento Participativo

Ninguém conhece melhor um lugar do que os próprios moradores que ali estão, muitas vezes, há mais de décadas. No Olhos d’água, surge a figura dos guias locais, que são importantes para ajudar a entender a dinâmica das microbacias hidrográficas, além de outras orientações. A ideia é que a partir de um longo processo de observação em campo, que gera a criação de parâmetros de mensuração, sejam criadas cartas hidrográficas que podem ser usadas para viabilizar tecnologias sociais voltadas para o uso da água.

Entenda o trajeto da água

Em seis passos, é possível ver o caminho que a água faz, no o abastecimento da grande maioria das comunidades não atendidas pelo sistema público, confira o caminho da água nessas comunidades.

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Técnicos investigam potabilidade

MARAMAR e Adolfo Lutz percorreram áreas do Programa Olhos D’água para coletar amostras de água que são consumidas pelas comunidades e avaliar potabilidade e riscos

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Mutirão

Após a realização das três primeiras etapas, chega a hora de botar a mão na massa. Os participantes são convocados para oficinas de montagem e aplicação dos chamados “kits-água”, que consistem em materiais e equipamentos de saneamento ambiental para execução de obras de interesse coletivo. As oficinas de mutirão foram divididas em três frentes: Captação, Distribuição e Armazenamento.

Obras a “toque de caixa”

No Japuí, a atividade de mutirão foi bastante intensa. Eram apenas 15 dias para restaurar a bica, que ainda é a principal fonte de água para muitos moradores do bairro

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Planejando a gestão da água

Após três meses de trabalho, que incluiu reuniões, visitas a campo e muito diálogo, a comunidade da Prainha se juntou para discutir os próximos passos da gestão da água

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