Na Prainha Branca, destino bastante procurado por turistas despojados em feriados e temporada de verão, existe um forte movimento de associação de moradores. Antes de dar início aos trabalhos, o MARAMAR optou por estreitar relacionamento com a Associação de Amigos e Moradores da Prainha Branca, entidade mais antiga da região e que possui legitimidade na defesa dos direitos da comunidade.

A região apresenta um quadro complexo de conflitos socioambientais, parte deles relacionados ao uso da água. Os moradores da região dependem de sistemas de abastecimento autônomos e partilham o mesmo recurso de água bruta superficial. Devido à intensidade do uso, provocada principalmente pela estrutura que atende o turismo (pousadas, restaurantes, campings etc), a utilização de poços semi-artesianos é cada vez mais comum.

Dessa forma, percebe-se que a questão da água nessa comunidade, que abrange cerca de 75 famílias de pescadores, é crucial para o desenvolvimento de base local.

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