Um espaço para inovação ambiental

Um momento único e de relaxamento, assim é o MarCafé. Mas para nada sair da proposta, a mistura certa entre café, música, culinária e conversa dão o tom ao evento, produzido pelo Instituto Maramar.

O bom resultado foi conferido na estreia do evento em 2013, na Casa do Trem Bélico, na cidade de Santos, litoral de São Paulo. Foram 12 encontros que contaram com essa boa mistura para difundir a ideia de inovação ambiental.

Marcafé- Dashicô 2016

A retomada do MarCafé será em dezembro de 2016, dessa vez, o tema será a cultura japonesa com a mostra “No Tempo do Dashicô”, que traz ao público uma antiga tradição dos imigrantes japoneses de Angra dos Reis, Rio de Janeiro.

Fiel a união dos principais componentes do evento, a nova edição terá uma programação diversificada, com exposição de fotos, exibição do documentário, mesas redondas, café e culinária.

A novidade é que você pode fazer parte da realização dessa edição, por isso, foi criada uma plataforma de captação de recursos com três possibilidades de colaboração. Para não ficar de fora, conheça essa plataforma e também o site do MarCafé.

 

 

Confira como foi o 13º MarCafé:

13° Marcafé celebra cultura japonesa

A valorização da cultura japonesa deu o tom do 13º encontro do MarCafé, em Santos. O evento, produzido pelo Instituto Maramar, contou com uma programação diversificada que mostrou ao público um pouco sobre o dashicô, um prato japonês feito de sardinha seca e defumada....

Entre no clima do evento:

#ComidaDiPraia

Comida Di Praia é um espaço de valorização da culinária praieira, que destaca a origem dos produtos e quem o transforma em diferentes iguarias.

A comida para além do sabor

Das diferentes formas, cores e sabores dos alimentos nascem as mais variadas iguarias culinárias. Do mar, surgem os principais ingredientes para os tradicionais pratos praieiros. Das comunidades pesqueiras, histórias se constroem a partir de todo o processo que vai além da comida.

A partir dessa relação entre comida, pesca e trabalhadores, surge o Comida Di Praia, um projeto idealizado pelo o Instituto Maramar, que atua com o objetivo de valorizar a comida praieira e quem a produz.

Mais do que a culinária, o projeto prioriza a história, a origem e o manejo da pesca. São esses três aspectos que o Comida Di Praia se fundamenta, uma vez que por traz de cada prato exista uma rede de pessoas trabalhando. Compreensão importante para exercer um consumo consciente que auxilie na garantia da atividade pesqueira.

Para difundir essa ideia, nada melhor que apresentar os pratos tradicionais praieiros com imagens que fazem o estômago roncar e a boca salivar, mas sempre acompanhadas de informações consistentes que garantam o conhecimento de todo o processo até o produto final.

Essa troca de conhecimento será feita em duas plataformas online, tendo como o Instagram o grande protagonista das belas imagens, e por aqui, a história, a origem, o manejo e valorização de quem produz será o tema central, a fim de diminuir a distância entre o processo de pesca e a iguaria culinária.

 

 

Uso Bacana de Praias

Atividades que valorizam o uso coletivo da praia, de forma inteligente e integrativo

Um espaço de todos

A cultura de quem mora em cidades litorâneas é boa parte construída pela existência da praia. A extensão de areia e o mar dão o caminho ao estilo de vida da população, que tem o privilégio de poder usufruir dessa beleza natural.

Uma beleza que é de todos, e por isso, aceita tão bem as diferenças. É a partir dessa integração que nascem as diversas práticas nesse lugar, seja cultural, esportiva ou gastronômica, mas que pertencem a história do lugar.

Valorizar esses espaços permitem que sejam cada vez mais compartilhados e usados com responsabilidade. É assim que podemos então definir a ideia de “Uso bacana de praias”, um projeto que deseja difundir as histórias e o bom convívio de atividades e pessoas nesses belos espaços naturais e públicos.

 

Intervenção artística

Até 16 de outubro, os moradores e turistas que passarem pela Praia do Gonzaga, em frente à Praça das Bandeiras, poderão observar dois barcos enterrados na areia colocados pelo artista Maurício Adinolfi. A intenção dele é chamar a atenção do público sobre a urbanização...

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